Intervet/Schering-Plough alerta para prevenção à leishmaniose na Expo Londrina 2010
08/04/2010
Durante a feira, visitantes receberão informações de como se prevenir contra essa importante doença de saúde pública no último final de semana da Expo Londrina (de 9 a 11 de abril), a equipe Pet da Intervet/Schering-Plough estará à disposição do público para oferecer informações sobre a leishmaniose visceral, doença de grande importância para a saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Os visitantes terão a oportunidade de trocar informações sobre a doença com um Médico Veterinário, conhecer as formas de prevenção, sintomas, diagnóstico e tratamento, tanto em cães quanto em humanos.
O Coordenador de Território de Pet da companhia, Alexandre Matsui, espera atingir cerca de 1.500 pessoas com a ação. "Além de dar dicas e orientações ao público, distribuiremos folders explicativos sobre a doença e sobre a coleira Scalibor®, único produto do mercado com 4% de deltametrina, princípio ativo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o controle da doença", explica.
A leishmaniose é transmitida, principalmente, através da picada de um mosquito conhecido popularmente como "mosquito palha". O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas mesmo estando doente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências de ausência de tratamento. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90%dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas e o número de óbitos é de aproximadamente 200, anualmente.
Apesar de classificada como doença de caráter rural, a boa adaptação do mosquito transmissor à vida urbana tem permitido a rápida expansão da doença no Brasil. Em 2007, 24 Unidades Federadas notificaram casos e, até a década de 90, a região Nordeste correspondeu a 90% dos casos de leishmaniose visceral do país. Porém, a doença vem se expandindo para outras regiões, modificando esta situação. Os desmatamentos, processos migratórios e o crescimento desordenado também contribuem para essa expansão e alteração do perfil epidemiológico da doença.
"Por isso é de extrema importância adotar medidas preventivas para evitar que o cão seja infectado", disse o Coordenador de Território, Alexandre Matsui.
Fonte: Alfapress Comunicações - (11) 8189-9643
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